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quarta-feira

Os sanguessugas evangélicos

Por Ricardo Gondim.
O Brasil descobriu que tem lobos vestidos de pastores; uma corja imunda. São os políticos evangélicos que gatunaram o Ministério da Saúde; testas-de-ferro de igrejas, apóstolos e bispos mentirosos que afirmavam haver necessidade de eleger crentes para o Congresso Nacional com um discurso de que almejavam os interesses do Reino de Deus.
Por favor, não insistam em me pedir que seja misericordioso com esses ratos alados: eles sugaram o sangue de brasileiros pobres. A única sugestão que tenho para eles é que cada um amarre uma corda no pescoço e se jogue de uma ponte para dentro de qualquer esgoto. Por favor, não insistam comigo. Não serei compreensivo. Estou enfurecido. De nada me valerão argumentos de que esses políticos evangélicos podem ser escuma fétida, mas que pregam uma mensagem libertadora. Não tolero mais ouvir essa desculpa. Não acredito que a causa evangélica precise conviver com tanta ignomínia, desde que "salve almas”. Nenhuma “salvação” seria tão excelente que justifique essa indecência que veio à tona, mas que há tempos corre frouxa nos porões das mega "empresas-igrejas" que mercadejam esperanças.
Por favor, não insistam em me dizer que esses políticos foram inocentes úteis, ludibriados por máfias poderosas. Ora, ora, qual o grande discurso triunfalista evangélico, repetido até cansar? "Somos cabeça e não cauda!". E agora? Depois que se ouviu tanto que a presença de políticos crentes no Congresso salgaria o Brasil, como se organizará a próxima "Marcha pela Salvação da Pátria?".
Por favor, não insistam em me dizer que os ladrões são poucos, e que não representam o perfil evangélico. A bancada evangélica foi a maior desse escândalo das ambulâncias superfaturadas. Os crentes lideraram essa gigante maracutaia. Se alguma igreja, que elegeu um desses congressistas, tivesse um mínimo de brio humano (nem precisaria ser brio cristão), deveria retirar do ar seu programa de televisão; pedir um tempo; expulsar seus políticos; prometer que jamais tentará eleger alguém; e fazer uma Reforma em sua teologia. Porém, sabe-se que isso jamais acontecerá, o que eles menos têm é vergonha na cara.
Por favor, não insistam em me pedir que algum dia me sente em qualquer evento, simpósio ou conferência na companhia dessas igrejas, ou que argumente sobre suas teologias e mentalidades. A Bíblia me proíbe de sentar na roda dos escarnecedores. Não devo considera-los irmãos; esses pastores, bispos e apóstolos devem ser encarados como escroques, que merecem mofar na cadeia o resto da vida.
Por favor, não insistam que eu me cale diante de engravatados de Bíblia na mão, quando sei que eles tentam esconder sua condição de sepulcros caiados. Neles, cabe a carapuça de raça de víboras; mataram velhinhos, condenaram crianças e acabaram com os sonhos de muitas mães. Igrejas que se beneficiaram do esquema de roubo do orçamento da saúde merecem ser sepultadas numa vala comum, e tratadas com o mesmo desprezo que tratamos as empresas de fachada do narcotráfico.
Por favor, me acompanhe em minha indignação. Os líderes evangélicos não podem permanecer de braços cruzados, corporativamente defendendo meliantes fantasiados de sacerdotes.
Por favor, não esperemos que um próximo escândalo nos acorde de nossa complacência.
Há necessidade de uma reforma ética entre os evangélicos.
E ela tem que ser urgente.
Soli Deo Gloria.

Ricardo Gondim - escrito em 24/7/06 citado por http://www.vidaacademica.net/

2 comentários:

Shara disse...

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Anônimo disse...

Se é pecado a poligamia e se é pecado a utilização de bebidas alcoólicas; porque Deus não revelou isso aos seus servos do passado e não os condenou?

Monogamia & Bebidas Alcoólicas

Estes dois assuntos representam ordens Divinas, ou tradições humanas, em função de culturas regionais em certas épocas, ou dogmas religiosos?

Quanto à abstinência, temos na Bíblia algumas proibições (poucas por sinal e bem definidas, restritas e não generalizadas) para o uso de bebidas alcoólicas (expressas como Vinho e Bebida Forte).

Como dissemos, as proibições estão muito bem caracterizadas, e restritas a pessoas, ocasiões, ou situações específicas bem definidas, e/ou mesmo funções dentro da igreja, e não generalizadas, como hoje as agremiações religiosas colocam, como condição “sine qua nom”, para as pessoas fazerem parte, ou serem excluídas das mesmas.

Analisemos esses casos:

1)- Proibido aos sacerdotes, quando no exercício de sua função; Levítico 10:9

2)- “ aos nazireus, enquanto durasse o período;.................. Números 6:2 a 4

3)- “ à mãe de Sansão.......................................................... Juízes 13:4

4)- “ como costume aos bispos.(“não dados ao vinho”) ... I Tim. 3:3 e Tito 1:7

5)- “ o excesso aos diáconos (“Não dado a muito vinho”)... I Timóteo 3:8

6)- “ a João Batista............................................................... Lucas 1:15

OBS: Hoje temos vinagre de vinho e vinagre de álcool. Naquele tempo chamava-se; vinagre de vinho, e vinagre de bebida forte, o que nos leva a entender que o que a Bíblia chamava de bebida forte, seria o que hoje chama-se de bebidas alcoólicas, além do vinho. Números 6:3

Por outro lado, o uso de vinho e (ou) bebida forte, foi autorizado especificamente nos seguintes casos:

1) – Ao ex-nazireu após o fim do seu nazireado........................... Números 6:20

2) – A Timóteo (receitado por Paulo por causa da saúde de Timóteo) I Tim. 5:23

3) – Aos dizimistas........................................................ Deuteronômio 14:26

4) – Davi deu a cada israelense, um frasco de vinho....... I Crôn.16:3 e II Sam.6:19

Além disso, havia nos rituais religiosos o uso de vinho e/ou bebida forte (Bebidas alcoólicas), como podemos ver;

1) – Vinho nas ofertas das Primícias................................. Levítico 23:13

2) – Bebida Forte, nos holocaustos contínuos....................Números 28:7

3) – Vinho em outras libações.............................................Números 28:14

Na época de Neemias como governador, além da mesa farta (Um boi e seis ovelhas diariamente), de dez em dez dias ele servia “muito vinho de todas as espécies” conforme relato em Neemias 5:18, o que se fosse hoje talvez chamássemos de; Vinho Tinto, Vinho Seco, Vinho Suave, Vinho Licoroso, etc.

OBSERVAÇÃO: Em todas as coisas, inclusive nos alimentos bons, deve haver equilíbrio e moderação, de maneira muito especial. Em relação a bebidas alcoólicas, mais se faz sentir a necessidade desses dois fatores (equilíbrio e moderação), especialmente por três senões:

1) – A pessoa pode se transformar num alcoólatra;

2) – A pessoa alcoolizada pode ser um perigo;

3) – O uso exagerado pode causar dependência e doenças.

Não estamos com essas considerações, querendo estimular o uso de bebidas alcoólicas, mas alertamos que a Bíblia não apresenta um mandamento proibindo, nem mesmo uma proibição ampla e generalizada, como a maior parte das corporações religiosas o fazem.

MONOGAMIA - E - POLIGAMIA

Nesse assunto, vemos no mínimo o silêncio bíblico e, portanto o do próprio Deus, no sentido de ordens, determinações, ou mesmo proibições, em relação à BIGAMIA ou

POLIGAMIA, que se tornaram um “bicho papão” para as diversas denominações religiosas, influenciando o poder público no sentido de criar leis que estabeleçam a

MONOGAMIA, como o único caminho correto. Pelo contrário, temos poucos países no mundo moderno, que reconhecem e oficializam mais de um casamento para o homem.

Contrário a essa tendência hodierna, vemos na Bíblia, a normatização quando um homem tivesse mais de uma esposa;

A) – “Se lhe tomar outra, não diminuirá o mantimento, o vestido e a obrigação marital” (que pode ser entendido como: Sexual).........Êxodo 21:7 a 10;

B) – “Quando o homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem despreza e o primogênito for da desprezada, ... ao filho da desprezada reconhecerá por primogênito”................................................... Deuteronômio 21:15 a 17

(Veja que aqui regulamente o direito do primogênito, mas não proíbe 2 mulheres).

Analisemos vários exemplos de homens que tiveram mais de uma esposa, todos registrados na Bíblia;

1 – ABRAÃO: Teve Sara e Agar, e também concubinas.......Gên. 16 e 25:6

Se Deus conversava com Abraão, porque nunca o corrigiu nisso?

2 – JACÓ/ISRAEL: Casa com Lea, depois com Raquel, e toma suas servas como concubinas (Gênesis 35:22) e Deus continuou se comunicando com ele, conforme lemos em Gênesis 31:3, 32:1 e 46:3 e 4.

Se Deus se comunicava direto com Jacó, porque nunca o repreendeu pela POLIGAMIA?

3 – Moises casou com outra (Além de Zípora com quem tinha dois filhos, conforme Êxodo 2:21 e 22), com a mulher cusita, conforme Números 12.

Se Deus falava com Moises cara a cara, conforme o capítulo 12 de Números, porque no incidente da rebelião de Arão e Mirian, não repreendeu Moisés, mas só seus irmãos que o estavam criticando?

4 - Salomão: Este foi sem dúvida alguma, o campeão em número de mulheres entre esposas e concubinas, que totalizavam 1.000. Seu erro foi o número de mulheres?

Respondemos: Conforme os relatos em I Reis 11:1 a 13, e II Reis 23:13, vemos que seu pecado pelo qual foi advertido por Deus, foi a “IDOLATRIA” e não a poligamia.

5 – Davi, pai de Salomão, rei de Israel – o “HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO de DEUS”, quando reinou em hebrom, tinha seis (6) esposas, conforme encontramos em II Samuel 3:14, mais Mical, filha de Saul, e quando mudou seu governo para Jerusalém, teve mais mulheres e concubinas, conforme os relatos encontrados, em II Samuel 5:13 e II Samuel 11, mais Bate Seba, a mulher de Urias.

Perguntamos: A advertência que ele recebeu de Deus através do profeta Natã foi pela poligamia?

Respondemos: NÂO. – Foi advertido pelo adultério com Bate-Seba e o assassinato de Urias, marido dela.

** Podemos ser argüido então: Mas a partir da segunda esposa ele já não estava vivendo em ADULTÉRIO ? Então O QUE É ADULTÉRIO? Não é manter relações sexuais com uma mulher com a qual não é casado, ou com outra mulher além da esposa ?

Respondemos: A Bíblia nos responde, com Levítico 20:10, e Jeremias 29:23.

CONCLUSÃO: Adultério para o Homem é manter relações com mulher de outro homem (casada, portanto); Adultério para a mulher, é quando é casada, e se relaciona com outro homem (além de seu marido).

6 – O sacerdote Joiada, deu ao rei Joas duas esposas. II Crônicas 24:3

Perguntamos: Qual foi o pecado de Joás?

Respondemos: Idolatria (Não bigamia) – II Crônicas 24:18

OBS: 1- Os pecados e seus castigos para Israel, foram por causa da idolatria, conforme encontramos em II Crônicas 7:22.

OBS. 2 – Se a bigamia ou poligamia fossem pecado;

A) – Porque Deus incluiu o mandamento “Não terás mais de uma esposas?

B) – Porque Deus não advertiu; Abraão, Jacó, Moisés, Davi, Salomão, Gideão, e outros, que eram bígamos ou polígamos, com os quais Ele se comunicava diretamente ou por profetas?

OBS. 3 – Porque o ponto alto em todo o Velho Testamento, foi o de advertência quanto à IDOLATRIA, e não a Poligamia?

SUPER OBSERVAÇÃO: Porque Paulo coloca restrições quanto ao uso de bebidas a alcoólicas e estabelece a MONOGAMIA, como condições para os líderes religiosos (bispos e diáconos)?

RESPOSTA: Sem sombra de dúvida, era porque os membros praticavam ambos os aspectos acima discutidos. Caso fosse como é hoje, nem seriam aceitos como membros se usassem bebidas alcoólicas, quanto mais teriam cargos na igreja cristã primitiva.

Irmãos queridos, não sou bígamo nem alcoólatra, e não pretendo ser nem um nem o outro, apenas fiz um levantamento criterioso para que hoje, se eu vir um irmão tomando um copo de vinho, ou outra bebida, eu não me escandalize com ele.

Quanto ao assunto BIGAMIA, existem alguns aspectos a ser considerados; Por exemplo no Brasil, nosso país, as leis não permitem realizar o casamento de um homem (ou mulher) já casado (a), portanto seria impraticável. Outro aspecto no qual a maioria dos homens não poderia ser polígama é que poucos teriam condições financeiras para manter uma família paralela.

Posso então ser questionado: Então porque o irmão levantou esses assuntos? Respondo; Apenas para cultura geral na Bíblia, e para não estarmos incorrendo nos percalços dos fariseus do tempo de Cristo, que estavam mais preocupados com as tradições do que com as verdades da palavra de Deus.

Que Deus sempre nos ilumine e guarde, até à volta de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo em glória.

Irmão @@@@

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Pequena nota do Editor:

Para reflexão do irmão @@@@ e todos os demais.

Sabemos que um cigarro apenas não mata uma pessoa e ha pessoas que fumam muitos anos sem sofrer graves danos a saúde. A bíblia não diz que fumar é pecado e o fumo é prazeroso para muitas pessoas, mas diz que Deus destruirá aqueles que destroem seu próprio corpo. I Cor. 3:16-17. Não precisamos dizer o quanto o fumo é prejudicial ao corpo, então fica a pergunta: Fumar é pecado?

Sabemos que Deus fez a terra para que o homem cuidasse dela, não para que a destruísse. A biblia não diz que é pecado cortar árvores, mas, Deus diz que destruirá aqueles que destroem a terra. Apoc. 11:18. Pergunto: É pecado cortar árvores?

A bíblia não diz que é pecado usar bebidas alcoólicas, mas, sabemos o quanto é prejudicial os efeitos do alcool em nosso organismo, precisaria a bíblia estabelecer um mandamento para abstinência de bebidas alcoólicas?

A bíblia não diz que a poligamia é pecado, mas relata todos os problemas vividos por aqueles que se tornaram poligamos. É de fato necessário um mandamento para nortear nossa vida neste sentido?

A poligamia é fruto da vontade de Deus ou da vontade do homem? É do espírito ou da carne?

Podemos arrumar muitos argumentos para defender um lado ou outro, mas, uma coisa é certa, aqueles que amam a Deus e querem por isso agradá-lo, sempre saberão qual o melhor caminho a seguir em suas vidas.

IRMÃO@@@@@@@@