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sábado

EVANGÉLICO OU CRISTÃO?

Ser Evangélico é andar com a Bíblia debaixo do braço.
Ser Cristão é andar com a palavra no coração.

Ser Evangélico é fazer de conta que é alguma coisa.
Ser Cristão é saber não ser nada senão um pecador remido e constantemente carente da graça.

Ser Evangélico é acreditar que vai ganhar tudo, vencer tudo, arrebentar tudo.
Ser Cristão é saber que no mundo teremos tribulações e aflições, mas Cristo venceu o mundo.

Ser Evangélico é sair aos domingos para pregar o evangelho enquanto desevangeliza com a própria vida no trabalho ou em casa.
Ser Cristão é testemunhar com a vida.

Ser Evangélico é participar de sessões de descarrego e ‘limpeza’ nas sextas-feiras (até parece outra coisa).
Ser Cristão é estar ‘descarregado’ sempre por ter encontrado de forma suficiente aquele que disse: “vinde a mim os que estão cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei’.

Ser Evangélico é ainda ser supersticioso e deixar a Bíblia aberta no salmo 91, ou colocar frases de ‘proteção’ no carro.
Ser Cristão é saber que nossa vida pertence a Deus e Ele nos protege e guia.

Ser Evangélico é não comer carne de porco, galinha à cabidela, e canjica no período do São João porque é ‘pecado’.
Ser Cristão é comer de tudo que se vende no mercado, sabendo que tudo é santificado pela ação de graças.

Ser Evangélico é encher a cabeça de proibições e regulamentações que sugere alguma auto- santificação.
Ser Cristão é ter a mente de Cristo.

Ser Evangélico é defender Jesus de qualquer jeito mesmo que tenha que maltratar e maldizer o seu oponente.
Ser Cristão é ser testemunha de Cristo, não seu advogado.

Ser Evangélico é pagar rigorosamente em dia seus dízimos com medo do devorador.
Ser Cristão é ofertar com amor apenas como única razão, a sua própria liberalidade.

Ser Evangélico é condenar a adoração dos ídolos católicos, enquanto se rendem aos ídolos-pastores, ídolos-cantores e ídolo-dinheiro.
Ser Cristão é ter como única referência a pessoa de Cristo Jesus.

Ser Evangélico é ler uma quantidade enorme de livros da denominação, de modo que quando se vá ler a Bíblia ela diga exatamente o que leu nesses livros.
Ser Cristão é ler a Bíblia deixando a palavra penetrar no coração sem os ‘óculos’ da denominação ou religião.

Ser Evangélico é duvidar da salvação de todo mundo que não pertença a sua denominação.
Ser Cristão é crer que a salvação de Deus não tem fronteiras denominacionais e que Ele é livre para salvar!

Ser Evangélico é acreditar que só existe salvação depois da reforma protestante.
Ser Cristão é crer na providência da salvação de Deus em todas as eras, de modo que cada um responderá de acordo com a luz que recebeu.

Ser Evangélico é ler a Bíblia e interpretá-la literal e seletivamente adequando sua mensagem aos interesses da denominação.
Ser Cristão é ler a Bíblia considerando o contexto histórico e deixando a mensagem penetrar no coração sem tendências ideológico-religiosas.

Ser Evangélico é julgar as pessoas pelo que elas vestem e comem.
Ser Cristão é olhar além das aparências e enxergar os corações necessitados de amor no Senhor.

Ser evangélico é confessar os pecados apenas para receber da igreja a pena correspondente a sua infração.
Ser Cristão é confessar suas culpas uns aos outros apenas para alívio da consciência e responsabilidade perante a igreja, sabendo que Deus é quem perdoa os pecados e o preço já foi pago na cruz, não restando preço nenhum a pagar! (o erro é achar que a pena imposta pela igreja ‘perdoa’ ou ‘apaga’ o pecado, e muitas vezes essa ‘confissão’ não vem carregada de arrependimento)

Ser Evangélico é ser liberal para contribuir com a denominação, ao mesmo tempo em que tem a mão fechada para ajudar o próximo que esteja necessitado; é ter a capacidade de ver anjos voando dentro da igreja, mas não enxergar o irmão necessitado ao seu lado.
Ser Cristão é socorrer o pobre e o aflito em suas necessidades.

Ser Evangélico é gritar ‘glória’ e ‘aleluia’ dentro da igreja, ao mesmo tempo em que grita com sua mulher e filhos dentro de casa.
Ser Cristão é glorificar a Cristo como uma carta aberta que possa ser lida por todos.

Ser Evangélico é defender os demais evangélicos mesmo em situações indefensáveis.
Ser cristão é chamar cada coisa pelo nome e não isentar ninguém de suas responsabilidades.

Ser evangélico é brigar pelo cargo ou posição eclesiástica, mesmo que para isso tenha que ‘cortar’ algumas cabeças e passar por cima das pessoas.
Ser Cristão é entender que a melhor coisa do mundo inteiro é ter seu nome escrito no livro da vida.

Ser evangélico é dizer que quer ser batizado nas águas porque quer fazer parte do corpo de Cristo.
Ser Cristão é saber que faz parte do corpo de Cristo desde o momento que creu em Jesus de todo coração e o batismo nas águas é apenas a confissão pública de algo que já aconteceu (novo nascimento).

Ser evangélico é adiar o pecado para ‘depois da ceia’ a fim de não ‘cercar a mesa do Senhor indignamente’.
Ser Cristão é saber que todo culto é sagrado e que o maior pecado cometido em relação à ceia é o não discernimento do corpo do Senhor, ou seja, não entender o propósito da ordenação da ceia que é a celebração da morte vicária de Cristo na cruz.

Ser evangélico é dar um ‘amém’ uníssono quando alguém pede perdão na ceia ou num outro culto, e depois ficar ‘investigando’ o que o tal irmão deve ter feito.
Ser Cristão é saber que pedimos perdão uns aos outros por causa da consciência, mas sabemos que só Deus perdoa pecados, e não nos interessa a vida de ninguém.

Ser Evangélico é poder falar línguas dos homens e dos anjos, mas não conseguir falar a língua de Deus que é o amor.
Ser Cristão é amar como Cristo amou.

Ser Evangélico é se achar melhor que todo mundo porque ‘sabe da verdade’.
Ser Cristão é reconhecer que não é melhor que ninguém na face dessa terra, e que a diferença entre ele e os outros é a graça de Deus, sem a qual todos são ‘farinha do mesmo saco’!

Ser Evangélico é ‘aprender’ a pregar como um papagaio repetindo as mensagens que ouviu, mesmo que não entenda ou concorde com ela.
Ser Cristão é fazer a mensagem passar primeiro pelo coração, e falar daquilo que realmente se crê.

Ser Evangélico é dar testemunho da transformação que Jesus fez em sua vida, embora, exceto pelo seu testemunho verbal, não se veja nenhuma mudança em sua vida, e ele mesmo desconfie ser uma fraude, na ‘fábrica de testemunhos’.
Ser Cristão é testemunhar o que realmente aconteceu em sua vida e reconhecer que é um ser em transformação constante pelo poder e conhecimento da Palavra.

Ser Evangélico é achar que sua oração é ouvida de acordo com o poder de sua concentração mental.
Ser Cristão é saber que Deus me ouve até quando não se diz nada!

Ser evangélico é apresentar um candidato para a igreja a fim de eleger alguém para ‘defender o povo de Deus’.
Ser Cristão é saber de fato a Igreja (com I maiúsculo) pela qual Cristo morreu, não precisa de defensores, pois Deus é sua defesa e escudo!

Ser Evangélico é... Esqueça. É por essas e outras que não sou mais ‘Evangélico’! (não com esse sentido ao que o termo terminou significando), Estou sim, tentando e aprendendo ser apenas um Cristão!

Moisés Almeida

sexta-feira

Igrejas infectadas

Texto de Ricardo Gondim.

Aos 25 anos de idade, depois de várias febres, muita rouquidão e um péssimo hálito, dei o braço a torcer e aceitei que o médico operasse as minhas amídalas.

Resisti o quanto pude porque sabia que as amídalas existem para proteger as vias respiratórias. Contudo, o médico conseguiu me convencer de que as minhas estavam imprestáveis; tão infectadas que já não protegiam, mas contaminavam o resto do organismo. Só restava uma opção, arrancá-las fora. A partir daquele dia, aprendi que um órgão – qualquer um – pode perder a sua função original e passar a atacar o corpo.

Nas relações humanas e sociais acontece o mesmo.

Quando se perdem as finalidades originais, morrem casamentos, empresas, igrejas.

Serve o exemplo da família: pai e mãe devem oferecer um ambiente em que os filhos aprendam a ter confiança, segurança, dignidade. Mas quando acontecem muitas brigas com ódio, quando falta paz, aquela família perde a função de fomentar auto-estima e segurança. Assim, deixa de ajudar e passa a desajustar as crianças.

As religiões também podem virar amídalas infectadas. Bastar ver na história. Inúmeras igrejas criaram ambientes doentios e desumanizadores, quando deviam ser espaços de humanização. Devido a este site, recebo milhares de mensagens sobre assuntos variados, a grande maioria, entretanto, pede ajuda.

Muitos não suportam os sermões vazios com promessas mirabolantes e ameaças de maldição. Entristeço, mas fica óbvio para mim que as lógicas e práticas da igreja evangélica não consegue responder às complexidades do século XXI. Os espaços evangélicos estão febris.
É preciso detectar, rapidamente, onde a infecção se tornou aguda para combatê-la com doses maciças de antibióticos espirituais e éticos; com um bom diagnóstico não será preciso operar o foco da contaminação e ainda preservar o organismo.

Estão infectadas as igrejas que priorizam programas e não relacionamentos. Jesus não tratou a “igreja” como uma instituição, mas como uma comunidade. Igreja são mulheres e homens com um estilo de vida nobre, verdadeiro, que inspiram os outros a glorificar a Deus. Portanto, para o seu eterno propósito dar certo, Jesus não precisa de eventos sofisticados, basta que seus seguidores amem uns aos outros.

Estão infectadas as igrejas que priorizam poder e não serviço. Nas Escrituras, poder só tem sentido quando mobiliza para solidariedade, compaixão, humildade. A busca do poder pelo poder é luciferiana em sua essência. Jesus criou o mundo, mas se esvaziou, encarnou e morreu numa cruz. Os cristãos não almejam tronos, mas bacia e toalha para lavar os pés alheios. Sem esperar aplausos, sentem-se privilegiados de servirem.

Estão infectadas as igrejas que priorizam espetáculo e não discrição. Jesus ensinou que não se devem cobiçar os primeiros lugares; considerou que a autêntica piedade acontece num quarto de portas fechadas; falou que a mão esquerda não deve conhecer o que a direita oferece. Quando Jesus ressuscitou uma menina, respeitou a privacidade da família e não deixou que estranhos entrassem para testemunhar o milagre. Sobram exemplos de seu recato. Certamente, Jesus não se agrada de saber que alguns tentam transformar a fé num show.

Estão infectadas as igrejas que priorizam milagre e não coragem existencial. Paulo considerou tudo como esterco pela excelência do conhecimento de Cristo – esse, somente esse, deve ser o alvo da espiritualidade cristã. Não se cultua a Deus para descobrir um jeito certo de “alcançar milagre” ou para ter uma fé mais “eficiente”. No culto, celebra-se o amor gratuito e unilateral de Deus.

O Evangelho é boa notícia porque todos são aceitos sem exigências. Deus quer bem sem fazer distinção; não se ganha o favor de Deus com obras. Graça é o chão onde todos podem alicerçar a vida com liberdade e sem culpa. O cristão não precisa que Deus conserte as dificuldades da vida, basta a sua companhia.

O Apocalipse foi taxativo com uma igreja infectada: “Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se... Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do lugar dele. O evangélicos precisaram, como nunca, ouvir esta exortação.

Soli Deo Gloria.

quinta-feira

Conselhos para sobreviver ao mundo gospel

Texto de: Ricardo Gondim.

O mundo gospel se torna cada dia mais patético; distante do protestantismo; em rota de colisão com o cristianismo apostólico; transformado numa gozação perigosa; adoecendo e enlouquecendo milhares que são moídos numa engrenagem que condena a um duplo inferno.

Não consigo responder a todas as mensagens que entopem minha caixa postal. Milhares pedem socorro. Eu precisaria ter uma equipe de especialistas, todos me ajudando a atender os que me perguntam: “ a maldição do pastor vai pegar mesmo?”; “é preciso aceitar as patadas que recebo do púlpito?”; “em nome da evangelização, devo aturar esses sermões ralos?”.

Realmente não dá mais. A grande mídia propaga o que há de pior entre os evangélicos com petição de dinheiro, venda de “Bíblias fantásticas”, milagres no atacado e simplismos hermenêuticos. As bobagens alcançaram níveis intoleráveis.

O que fazer? Tenho algumas idéias.

Aconselho que os crentes parem de consumir produtos evangélicos por um tempo. Não compre Cd de música ou de pregação - inclusive os meus. Deixe os livros evangélicos encalharem nas prateleiras - idem, para os meus. Depois que baixar a poeira do prejuízo, ficará notória a diferença entre os que fazem missão e os que só negociam.

Não vá a congressos - inclusive o que eu promovo. Passe ao largo dos "louvorzões". Não sintonize o rádio. Boicote todos os programas na televisão. Não comente, nem critique, a pregação de pastores, bispos, evangelistas e apóstolos. Afaste-se! Silencie! Desintoxique mente, alma e espírito da linguagem, pressupostos e lógicas da "teologia da prosperidade". Volte a ler a Bíblia sem nenhum comentário de rodapé. Alimente seu interior em pequenos grupos. Reúna-se com gente de bom senso.

Estanque seus dízimos e ofertas imediatamente. Repense com absoluta isenção onde vai dar dinheiro. Mas prepare-se; no instante em que diminuírem as entradas, os lobos vestidos de pastor subirão o tom das intimidações. Não tenha medo. Faça essa simples auditoria antes de investir o seu suor em qualquer igreja ou ministério:

Quanto tempo é gasto no culto para pedir dinheiro?A hora do ofertório vem acompanhada de uma linguagem com “maldição, gafanhoto ou licença legal para ataques do diabo”?Prometem-se “prosperidade, colheita abundante, bênção, riqueza”, para os que forem fiéis?Existe alguma suspeita na administração dos recursos arrecadados? – Lembre-se que há dois níveis de integridade: o ético e o contábil. Não basta manter os livros em ordem; o dinheiro também só pode ser gasto no que foi arrecadado.

Se a resposta para alguma dessas perguntas for sim, ninguém deve se sentir culpado quando não der oferta.

So haverá arrependimento no dia em que os auditórios se esvaziarem junto com uma crise financeira - o monumental ufanismo evangélico precisa deflacionar.

Concordo, ninguém agüenta o jeito como as coisas estão.

Soli Deo Gloria.

domingo

CEGOS DE VISÃO PERFEITA

Se vocês fossem cegos, não teriam culpa! – respondeu Jesus. – Mas, como dizem que podem ver, então continuam tendo culpa” (João 9:41)

Há crentes que possuem uma dificuldade enorme de enxergar. De SE enxergar.

Digo isso porque o que vejo é um monte de gente que se ufana por ser filho de Deus, de ir para o céu e de ‘ser melhor’ que os ‘infiéis’. E é exatamente com essa última declaração que começam os problemas dessa falta de visão e percepção de si mesmos.

Muitos se acham melhores do que os que não são crentes e por isso julgam gozar de uma superior espiritualidade, que na verdade na passa, na maioria das vezes, de superioridade auto-sugerida, um auto engano, em virtude da suposta detenção da informação histórica do evangelho, que nem sempre é colocada em prática.

Seguir Jesus não é virar um estereótipo da religião: aprender a linguagem, costumes e roupas que o identifiquem como ‘crente’; E sim uma atitude de espírito que vai além da letra e da fala e começa a ser demonstrada nos atos, nos tratos, no aconchego, no sofrimento, no alento e na importância que damos ao outro. É porque essa relação que temos com Jesus, só vai ser demonstrada de fato, não quando pegamos a bíblia e vamos até a igreja com as vestes adequadas ao ambiente religioso, e onde tudo se reveste da cerimônia do culto, e entramos no 'transe' do comportamento adequado ao lugar, e sim quando estamos no dia-a-dia, nos relacionando com as pessoas e conseguimos exalar o bom perfume de Cristo aos que estão à nossa volta, sem mesmo ter que abrir a boca para falar nada, posto que nosso agir, olhar e tratar nos denunciam como filhos de Deus.

Mas um grande número de crentes costuma mentir, enganar, passar a perna no amigo de trabalho para assumir tal cargo, bajular a chefia, entregar os outros, falar da vida alheia, se meter aonde não é chamado, querer tomar vantagem em tudo, comprar baratíssimo e vender caríssimo e... ainda assim se achar melhor que o outro apenas porque tem um cartão de membro duma igreja evangélica e/ou se julga conhecedor da verdade, o que lhe coloca num lugar de maior juízo diante de Deus, conforme disse Jesus!

Ora, se orgulham por conhecer Jesus, e conhecendo-o praticam coisas que são iguais ou piores que as praticadas pelos ‘ímpios’, posto que dizem que conhecem a verdade ao contrario daqueles, logo, estão passivos de um maior juízo, pois conhecem a verdade! E será que conhecem mesmo?

Jesus chegou para você como informação histórica e melodrama salvídico, que você chora porque o 'coitadinho sofreu tanto', ou como o salvador da alma, regenerador do espírito e garantidor da vida eterna, o Deus-Homem que sendo Deus se torna homem para se dar pela sua criação?

Jesus é apenas aquele que pode me valer quando a coisa está brava, um suporte, um amuleto psicológico, uma muleta espiritual, ou como o salvador da Alma, filho de Deus, que se importa comigo, e embora sendo eu quem sou ainda assim me ama?

Não importa como a mensagem de Jesus chegou até você, o importante é se depois a 'ficha caiu'!

É hora de olhar pra dentro, de parar de se auto-enganar e ‘examinar-se a si mesmo’ e ver o quanto precisamos ser modelados pelo grande oleiro! E saber que a diferença dos que se salvam e dos que se perdem, não está nas próprias forças ou atos justificatórios, ou na santidade ‘santarada’ que aprofunda ainda mais a alma na perversão, pela negação da própria humanidade sem submetê-la à Palavra de Deus; mas a grande diferença é a graça de Deus em nossa vida!

É necessário aquele 'segundo toque de Jesus' tal qual no homem que curado da cegueira, mas que ainda via 'homens que andavam como árvores'(Mc.8:22-26). São pessoas que conhecem Jesus mas ainda possuem uma visão deficiente!

Portanto quando você se julgar que vê, cuide para que não esteja ainda vendo 'homens que andam como árvores'!

“Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas” ( Ap.3:18)

Moisés Almeida